quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Relação entre as perdas ambientais e culturais



Os aspectos básicos do bem- estar humano tem constituintes múltiplos, incluindo materiais básicos para uma vida boa, liberdade e escolha, saúde, boas relações sociais, e segurança. E esta relacionado a procura de serviços dos ecossistemas.
E interessante visualizar-nos diferentes exemplos apresentados que um país pode aumentar a sua produção de alimento convertendo, por exemplo, uma floresta em campos agrícolas, no entanto ao fazê-lo, diminui o fornecimento de serviços que podem ser de valor igual ou maior como a água potável, madeira, destinos de ecoturismo, regulação de inundações e controle de secas.
Fiquei impactada em constatar que existem muitos indicadores sugerindo que a procura humana de serviços de ecossistema irá crescer ainda mais nas próximas décadas.
As estimativas indicam um aumento de mais 3 mil milhões de pessoas e uma quadruplicação da economia mundial até 2050 implicam um aumento enorme na procura e consumo de recursos biológicos e físicos, como também impactos crescentes nos ecossistemas e nos serviços que estes fornecem. O problema resultante da procura crescente de serviços de ecossistema é o aumentado por uma degradação séria e contínua da capacidade dos ecossistemas de prestar estes serviços.
O grande problema e que o Bem-estar humano é o oposto da pobreza, a qual foi definida como uma “privação pronunciada de bem-estar”. Os componentes do bem-estar, vividos e percebidos pelas pessoas, são dependentes da situação, refletindo a geografia local, a cultura e as circunstancias ecológicas. .
O bem-estar humano é afetado, não somente pela diferença entre a capacidade de produção e a procura de serviços de ecossistema, mas também pela crescente vulnerabilidade de indivíduos, comunidades e nações.

Francineide Figueiredo de Albuquerque
Imagem de Maria de Nazare  Ferreira Pontes - Tutor (SEC. ED. Acre)
Re: Atividade de Aprendizagem - Relação entre as perdas ambientais e culturais (Fórum)
 
Olá Francineide,
Muito bem!
Para ajudar o nosso planeta devemos ficar atento às nossas ações. As perdas ambientais e as transformações culturais são percebidas claramente em nossa sociedade. A mudança nos costumes, o aumento do consumismo e outros aspectos agravantes tem contribuído para que a biodiversidade fique ameaçada. Mas, o que tem a ver a biodiversidade com o bem estar humano?
Como você bem colocou, o bem estar humano está intrinsecamente ligado ao usufruto dos recursos disponíveis na natureza. E o uso desregrado irresponsável tem ocasionados problemas de amplitude global, nacional e local.
Parabéns! Você relacionou com segurança os aspectos pedidos.
Abraços,
Nazaré

Biografia Ecológica



Eu me chamo Francineide Figuereiredo de Albuquerque, tenho 34 anos, e todos me chamam de Franci. Nasci no dia 02 de marco de 1977 em Rio Branco – Acre. Mamãe me pariu em casa e embora tenha passado um pouco da hora, ela conta que eu era grande, saudável e faminta, pois, queria comer as mãos.
 Morei ate os três anos no Bairro Sobral e a nossa casa ficava as margens do Rio Acre e dizem que quando chovia na época das enchentes a água chegava próximo da nossa casa.
Trabalho na Escola Padre Diogo Feijó, como professora do Projeto Poronga, minha clientela são os alunos que estão em distorção idade- serie. O meu horário e matutino e tenho 34 alunos que estudarão comigo por dois anos.
O lugar onde nasci como mencionei no inicio, ficava bem próximo da margem do Rio Acre  e era uma casa de madeira de três cômodos, sala, cozinha e um quarto. Não tinha água encanada e nem banheiro interno. Na verdade o banheiro (tomar banho) e a privada (necessidades), ficavam no fundo do quintal e ao lado tinha uma tabua de lavar roupas.
Morávamos próximos da delegacia, de uma escola, de áreas verdes e todas as casas do bairro eram de madeira e muito humildes quase todas iguais a minha e outras bem precárias, pois as pessoas que residiam eram pobres.
Hoje, já se passaram mais de trinta anos e por mais que não more mais nesse bairro, percebo que ocorreram muitas mudanças sendo possível verificar que as casas já apresentam outras arquiteturas, são de alvenaria, com áreas gradeadas e com ate dois carros na garagem. As escolas foram ampliadas, com quadra, área de estar, biblioteca com ar condicionado, auditório. Já a delegacia também foi ampliada sua estrutura, com maior numero de profissionais e carros para atender as necessidades da população do bairro.
Naquela época as pessoas não tinham uma preocupação com o ambiente, porque o esgoto era jogado no Rio Acre que fazia parte de nosso quintal, sem contar que os lixos como: latas, caixas, sapatos velhos, carcaça de geladeira e fogão eram jogados no fundo quintal ou dentro do próprio Rio Acre. As pessoas não tinham uma preocupação em separar os lixos em sacolas o que dirá em caixas de coletas ou a outra alternativa era pegar o lixo domestico e o papel higiênico e queimar tudo, pois assim erroneamente se livrava logo desse lixo incômodo.
As pessoas por mais que tomassem as atitudes acima destinando o lixo erroneamente, não conseguiam ter uma visão ampla de que a forma como cada família agia comprometia toda a área, pois, o lixo acumulado poluía os solos ou queimado acabava poluindo o meio ambiente, exalando uma fumaça fétida e comprometendo a qualidade de vida das pessoas que moravam naquele bairro.
Olhando para o passado consigo estabelecer uma relação eqüidistante, claro que não desejo que o passado volte, porque nossa relação com o meio ambiente era desastrosa. Não tínhamos consciência de que o tempo e a forma como vivíamos era preponderante para determinar o nosso futuro.
E hoje a natureza vem desapontando vários episódios durante o ano, e possível ver que continuamos tendo uma postura errada em relação ao meio ambiente, porque por mais que hoje existam as campanhas educativas, as coletas seletivas, a disciplina ecologia, nos ainda sim, precisamos entender que e hoje o dia, não podemos deixar para amanha, precisamos educar nossos filhos e sermos educados também, a começar pelas pequenas atitudes como não jogar lixo na rua, separar o lixo corretamente, apagar as luzes mesmo que seja você quem pague, gastar pouca água, andar a pe, comprar somente o necessário, em fim,  evitar o desperdício.
Quando fiz a minha Pegada Ecológica, fiquei estarrecida e envergonhada, não imaginava que minhas atitudes diante do meio ambiente era destruidora. Hoje consigo rever meus conceitos e atitudes, pois sei que posso melhorar, posso educar e ser uma cidadã atuante para termos um planeta mais limpo e propicio para mim e para as gerações futuras.

Minha Pegada Ecológica



Caros amigo(a)s cursistas, fiz as minhas leituras, assistir aos videos e fiz as minhas reflexões, e o que mais me chamou a atenção em relação aos itens de minha Pegada Ecológica, foi o meu resultado que não foi satisfatório, descobri que se continuar a viver desse jeito teria que existir três terras para comportar minha falta de compromisso  com o nosso planeta.
Percebi que o meu modo de vida causa impactos e que devo mudar meu comportamento em todas as acoes do meu dia-a-dia. Tenho que estabelecer uma coneccao com a analise de minha pegada frente a capacidade planetária e dessa forma diminuir os impactos que causo e através de minhas atitudes  e ser uma cidadã conciente capaz de fazer minha parte propondo analises e alternativas de concietização nos diferentes ambientes em que fazemos parte. A começar pelo lugar onde vivo, na escola, nos ambientes públicos, em fim tentar diminuir a minha pegada e as pegadas do maior numero de pessoas que eu conseguir.

DA BELEZA DO MANEJO FLORESTAL AO APOCALIPSE DO BEM INTENCIONADO


(*) Luciano Pizzatto
Fruto de uma família de empresários florestais e da formação da primeira escola de florestas do Brasil na UFPR, que trouxe sua base de professores da Alemanha e outros países Europeus, e depois exportou seu conhecimento para iniciar uma revolução no continente Africano no meio de outras revoluções libertárias onde alguns colegas deram seu próprio sangue cumprindo seu dever profissional, como trágica morte em Moçambique, continuo a  ter a semente do manejo florestal dentro do meu ser.
Mesmo no período de formação acadêmica onde os incentivos fiscais fomentavam com ênfase as florestas plantadas, mantive a crença de que o  meio deve ser utilizado com seu potencial natural otimizado pela capacidade de engenhar e potencializado em uma sinergia sem fim.
Crença tão profunda quanto a surpresa de ter elaborado um projeto especifico e averbado no ex-IBDF registrando APPs e Reserva Legal em 1979, e após receber oficio de que tinha praticado ato patriótico por ter sido o primeiro no Brasil a cumprir neste tópico o Código Florestal, hoje, tema na sociedade e no Congresso Nacional de guerra quase campal e no fundo dissociada do verdadeiro tema da conservação por abdicar da ciência  e do bom senso. Ato na época com mapas feitos a bico de pena de nanquim, hoje adequados e facilitados pela computação ou a facilidade de imagens. Se o nanquim era patriótico, o manejo tecnológico atual também deveria ser, mas não é, tornou-se policialesco.
Mas o tema é manejo.
Centros de pesquisas que não conseguiam sequer engenheiros na década de 60 e 70, quanto mais com mestrado, iniciavam suas atividades na Amazônia, outros no sul, e a escola de florestas pioneira se multiplicou em dezenas pelo pais, com mestrados, doutorados, pós doutorado, e na atualidade a floresta nativa passou a ser tema onde de economistas a curiosos são entendidos e  ouvidos como protetores do nosso futuro, menos ou poucos engenheiros florestais.
Na divergência democrática, necessária, instalou-se o pior dos males, aquele feito em nome do bem !
Mas e o manejo? A ciência florestal com milhares de estudos, de alternativas, de mecanismos biológicos até a simples gestão dendrométrica, aplicada e aceita no mundo inteiro, uma unanimidade nas áreas passiveis de uso, passou a ser no Brasil atividade criminosa, quando não autorizada …. e raramente é autorizada, e o crime é a falta da autorização, portanto a autorização passou a ser instrumento discricionário, corrupto e político.
Os remanescentes florestais nativos no sul e sudeste, excluídos os protegidos, são hoje raros mosaicos de qualidade que existem por terem sido conservados exatamente pelo manejo, interligados por áreas degradadas, capoeiras e outros estágios, a espera da continuidade de uma coisa simples: manejo. Seja com seu enriquecimento, ou de qualquer outro sistema adotado. Manejo de longo prazo, vinculado ao próprio ciclo de vida das espécies manejadas, com ênfase a orientação do responsável técnico e da dinâmica do meio, e não um manejo politizado e tecnocrata, ao modelo dos projetos de reflorestamento ou os ultrapassados planos de corte de árvores plantadas, limitados a conceitos de blocos ou outra forma cartorial de garantir a incompetência de orientação técnica e fiscalização dos poderes públicos. Manejo fruto da história e da ciência, e não da satisfação centralizadora em um Estado que descobriu o caminho do controle político do meio.
E porque não fazer? Qual a força que dominou toda uma academia permeando os órgãos públicos, e convenceu a sociedade que o não uso das florestas é o caminho da salvação, fazendo ouvidos surdos aos que ainda ensinam esta ciência ou letra morta as leis que determinam sua execução, em um discurso na contramão de todos os países desenvolvidos que continuam a utilizar o manejo.
Como conseguimos errar tão profundamente na tentativa de fazer o bem.
Quando vejo que a mesma propriedade rural considerada patriótica na década de 70, depois modelo com premio de ecologia na década de 80, após pioneira em certificação florestal e base de uma economia geradora de milhares de empregos, incluindo das dezenas de pesquisadores que apoiavam as atividades de manejo, se transformou em foco de “crime ambiental”, e com a paralisação do seu manejo na perda da capacidade de conservar espécies ameaçadas, do chamado sustentável, tento encontrar a resposta de como fomos chegar a este erro.
Quando vejo estagiários de engenharia florestal achar que manejo é destruir o planeta, e afirmar isto no meio de milhares de araucárias manejadas a quase um século, frente ao testemunho do erro de milhões de hectares vizinhos sem manejo e sem nenhuma arvore, tento descobrir onde nossa primeira escola de florestas foi perdida e hoje cria céticos que negam oque seus próprios olhos deveriam comprovar.
Temos a obrigação moral, técnica e humana de dar um basta a este confronto ideológico danoso, a legiscracia que troca pareceres especializados por artigos ou parágrafos de resoluções como dogmas, e resgatar a ciência florestal, mostrar aos meios de comunicação oque é realmente o manejo, exigir os poucos direitos que sobraram no emaranhado legislativo, e passar a apreciar a profissão florestal, de engenheiros a biólogos, caminhando nas florestas e tendo  o direito de engenhar, de construir  a proteção florestal necessária ou determinando o uso do que é passível.
E nenhum ato protetivo é excludente as ações de manejo. São partes do mesmo processo, só não se sustentam se continuarem a ser realizados em parte ou isolados, onde a preservação torna-se discurso relevante por ser agradável e politicamente correto e a conservação no conceito amplo é limitada, complexa para os simplistas, impedindo-se até mesmo a difusão do que seja o manejo para rendimento sustentado.
A coexistência é defendida em todos os ambientes teóricos, e na pratica combatida nas ações, em uma incoerência insuportável. Defendemos RLs de 20 a 80%, que é o mesmo que defender áreas de uso (oque sobra das RLs e APPs) de 80 a 20% ! E melhor que converter estas áreas florestais em outros usos – que não é mérito deste artigo – é preferível defender que o direito de uso seja pela opção do uso florestal, pelo manejo.
O conflito atual está em dar obrigações e direitos, e depois só usar o poder discricionário de fiscalizar e impor as obrigações, com rapidez, e os direitos, se perderem em processos intermináveis com imenso esforço contrario, quando também deveria ser eficiente, rápido e estimulado. Proteção e uso é a mesma coisa, desde que dosados para cada situação, com a mesma vontade de realizar através da aplicação do conhecimento.
Temos de ensinar nas escolas primarias como é importante plantar arvores, e como importante depois é manejá-las, no mínimo quando morrerem! A nova geração não pode ser enganada, nem em nome da boa intenção. Tem que aprender a dizer não e sim, quando e pra que.
Ganhamos tecnologia, satélites, comunicação, equipamentos e trocamos estas comodidades pelo que sabíamos, pela experiência dos erros e acertos, pelo esquecimento da história florestal e de que o futuro irá nos atropelar e cobrar o silencio por acharmos que fazemos o bem.
No Manejo Florestal espero em breve voltar a falar de ciência, e muito pouco de policia.
* É engenheiro florestal, especialista em direito socioambiental e empresário, diretor de Parques Nacionais e Reservas do IBDF/IBAMA 88/89, deputado desde 1989, detentor do 1º Prêmio Nacional de Ecologia.

Mudanças climáticas entram no cálculo do eleitor brasileiro

Dois em cada três brasileiros vão ir às urnas pensando em algo mais do que emprego, bolsa família ou impostos: a novidade é à entrada das mudanças climáticas na agenda do eleitor. Os furações extratropicais no Sul do país, os alagamentos e chuvas torrenciais em Belo Horizonte e São Paulo, o radicalismo da seca no Nordeste e as temperaturas cada vez mais extremas em todo o país estão forçando um novo tema na cabeça do votante brasileiro. 66% dos brasileiros vão decidir seu voto levando em consideração como os candidatos se posicionam diante desta questão, que hoje adquire um tom tão dramático quanto à fome ou a recessão e tão cotidiano como o desemprego ou a inflação.

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Brasil se prepara para plano de eliminação de poluentes orgânicos persistentes


O Ministério do Meio Ambiente (MMA) participa do "I Curso  Internacional para Capacitación Intensiva en la Gestión Ambiental de  los Contaminantes Orgánicos Persistentes - COPs" na Companhia  Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), no período de 9 de  janeiro a 9 de fevereiro de 2012.
A iniciativa integra as atividades da Cetesb, como Centro Regional  da Convenção de Estocolmo (RCSC) para o Grupo Regional para a  América Latina e Caribe (Grulac) e conta com a parceria com a  Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA, sigla em inglês).
No desenvolvimento de suas atribuições como ponto focal nacional da Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) no Brasil, o MMA viabilizou a participação de 15 técnicos de cinco  diferentes órgãos estaduais brasileiros com o objetivo de fortalecer  a capacidade nacional para a gestão de POPs.
Estão participando dessa primeira edição do curso representantes  indicados pelas secretarias de Meio Ambiente do Amapá, Goiás,  Pernambuco, Piauí, e Tocantins, financiados com recursos do Global Environment Facility (GEF) e apoio do  Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), no âmbito do  Projeto de Implementação da Convenção de Estocolmo sobre os POPs. O estado Rio de Janeiro participa com recursos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

O treinamento visa promover a integração entre países da América  Latina e Caribe, que são Partes da Convenção de Estocolmo, por isso,  também participam técnicos da Colômbia, Costa Rica, Cuba, El  Salvador, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Paraguai, República  Dominicana e Venezuela, financiados pela JICA e pela Agência  Brasileira de Cooperação (ABC).

Estocolmo - A Convenção de Estocolmo é um tratado internacional,  que visa à proteção da saúde humana e do meio ambiente contra os  efeitos das substâncias químicas conhecidas como Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs).
Essas substâncias apresentam ampla  distribuição geográfica, permanecem  por longos períodos no meio ambiente, além de se acumularem no tecido adiposo dos seres vivos,  podendo causar sérios riscos à saúde humana, animal e ao meio  ambiente. Os POPs são alvo de banimento e/ou eliminação/redução da  produção, do uso, dos estoques, e da promoção da gestão adequada dos resíduos e das  áreas contaminadas.
O uso de POPs pode ser verificado em diversas cadeias produtivas,  especialmente como agrotóxicos, além de preservantes de madeira,  retardantes de chamas, composição de produtos eletro-eletrônicos e  na formulação de tintas e vernizes, por exemplo. O aprimoramento da  gestão do uso dessas substâncias é, portanto, um elemento-chave  tanto para a qualidade e proteção do meio ambiente e da saúde  humana, quanto para a competitividade dos setores que as produzem e  manipulam.
O Brasil ratificou a Convenção de Estocolmo em junho de 2004 e a  Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do  Ministério do Meio Ambiente desempenha a função de ponto focal  técnico da Convenção, juntamente com O Ministério das Relações Exteriores,  que atua como ponto focal oficial.
Dentre as obrigações junto a esta Convenção, as Partes devem  elaborar um Plano Nacional de Implementação (NIP) estabelecendo as  atividades a serem implementadas para atender às obrigações  determinadas pela Convenção, no sentido de, em última instância,  eliminar os POPs.
O MMA, com assistência do Pnuma, está em fase de execução do NIP  Brasil. Os estados Brasileiros são, desta forma, os principais parceiros nesse processo e, para tanto, estão sendo capacitados tecnicamente para que possam  se engajar na implementação das futuras atividades determinadas pelo  Plano Nacional.
ASCOM